quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Roda Gigante



Sim, a vida se parece com uma roda gigante. Cíclica, com momentos difíceis e maravilhosos.

Nossa vida passou por dias muito bons, o preparo do nosso casamento, nossa tão esperada união, que não foi um momento só nosso, mas também das nossas famílias e amigos. 

Rapidamente, uma outra surpresa tão linda - nossa gravidez. 

Pouco tempo após nosso casamento, não tão bem planejada como a gente esperava - quando achávamos que devíamos começar a tentar, nosso bebê já estava conosco. Cerca de 40 dias após o casamento. Será que ele é ansioso como a gente?

Mas infelizmente, a passagem pela parte baixa da roda gigante chegou. 

Ainda não era a hora de termos nosso menininho. A gravidez ficou muito complicada e nosso bebê resistiu por lindos dias. Cuidamos. Fizemos tudo o que era possível para que ele ficasse. Apesar da teimosia que ele herdou da mamãe e do papai aqui, não adianta brigar com os fatos da vida, né?

No dia do aniversário do vovô Carlão, ele foi lá pra cima fazer festa. Cuida bem dele aí pra mim, papai. Assim como você cuidou de mim. Estou morrendo de saudade de vocês.

Acredito que esse safadinho, cheio de curiosidade, queria dar uma espiadinha em como é fazer parte da nossa família. Espero muito que ele tenha gostado do que viu.

Todos os dias, durante essas 17 semanas, nós amamos, cuidamos, brincamos, desejamos, idealizamos a nossa nova vida. E com certeza, a partir de agora, teremos uma nova vida. Ele nos transformou em mãe e pai. Ele nos mostrou o quanto somos capazes de amar e nos doar.

Também nos mostrou que podemos ser muito fortes, aliás, muito mais do que imaginávamos. Passamos pelo fogo, ainda estamos machucados, mas estamos juntos. E mais do que antes, como não imaginávamos que seria possível. Nos amando como nunca. Cúmplices. Companheiros. Amantes.

No dia em que você vier, filho, quero que venha pra ser feliz, com muita saúde e alegria. Pode ter certeza que vamos querer brincar, morder, pular, amar, amar, amar e amar. Te esperamos aqui, e enquanto isso vamos cuidar dos nossos corações, preparar o nosso ninho com todo cuidado pra te receber como você merece.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A ideia de casar

Sabe aqueles casamentos gostosos, que você sente o amor no ambiente, come bem, bebe gostoso, se diverte, come doces, dança até cansar e vai embora feliz da vida? Pois é, em novembro de 2012 fomos a um casamento assim.
Vinicio e Betina se casaram em Joinville, e eu fui convidada a ser madrinha. Na época do convite, eu e o Fa namorávamos a pouquíssimo tempo, eu nem sabia se ele ia querer ir comigo.
Foi um casamento tão gostoso que, passeando no dia seguinte, decidimos que iríamos nos casar. Eu nunca fui muito ligada à tradições, mas ele queria fazer as coisas do jeito certo.




E foi lá em Joinville que as primeiras ideias surgiram... Pensamos sobre a cerimônia e tradições religiosas. Não frequentamos igrejas e não seguimos uma religião, então pensamos - porque a gente se casaria em uma igreja, ouvindo um discurso de um celebrante que não nos conhece, não sabe da nossa vida, nossos valores. E como a gente ia se casar porque tinha vontade, resolvemos fazer diferente. Chamar pessoas próximas, casais que admiramos para nos dizer o que era importante para um casamento.
Tia Norma e Tio João, Angela e Henrique. Vocês foram escolhidos para nos aconselhar o início da nossa união nesse primeiro dia de preparativos.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Depois de muito, muito tempo mesmo, resolvi que devo voltar... =)
Explico meus motivos - a fase mais feliz da minha vida. Estou noiva e completamente inundada de amor, planos e desejos...

Depois de uma fase muito difícil na vida, aprendemos a valorizar o que temos, não é assim que costuma ser?
Pois é, e a cada dia valorizo mais - estar do lado do amor da minha vida, minha família, passar por momentos incríveis com as pessoas que amo. Tudo isso não tem preço.
Pra começar, resolvi postar esse texto, que pra mim resume muito bem o que tenho vivido:

ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá, quer deitar na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, lendo o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando ele revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!




 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Cheia do rio Atibaia, em SP, afeta região

(http://noticias.terra.com.br)



Cidade de Bom Jesus dos Perdões é uma das atingidas pela alteração na vazão da água das represas da região Foto: Anacleide Santos/vc repórter  
Cidade de Bom Jesus dos Perdões é uma das atingidas pela alteração na vazão da água das represas da região

Foto: Anacleide Santos/vc repórter

A cheia do rio Atibaia, agravada pela chuva que atinge a região, prejudicou os moradores de Bom Jesus dos Perdões, que fica a cerca de 8 km de Atibaia (SP). De acordo com a Defesa Civil da cidade, pelo menos 17 casas foram afetadas e 20 pessoas permanecem desalojadas.
O rio Atibainha, como é conhecido, adentra o bairro de Marinas inundando-o por completo, provocando pânico nas pessoas que moram na região ribeirinha. Segundo a Defesa Civil de Atibaia, a abertura das comportas das represas do sistema Cantareira, de responsabilidade da Sabesp, e o excesso de chuvas fizeram com que o nível das águas subisse, inundando algumas vias e áreas de várzea.
Segundo Ormezindo Bueno, da Defesa Civil de Bom Jesus dos Perdões, em alguns pontos, a cheia atinge um metro acima do nível do rio. Ele conta que a vazão atual é de 11 mil L/ segundo.
"Quem passa pela rodovia D. Pedro no km 60 sentido Atibaia fica boquiaberto pela quantidade de água que transformou o Condomínio Ribeirão do Vale, com cerca de cem casas, num grande mar", conta a Anacleide Santos.
Por causa das chuvas que afetam a região desde novembro, explica a Defesa Civil de Atibaia, as comportas das barragens de Nazaré Paulista e Piracaia foram abertas para o escoamento do excesso de água. A última vez em que o processo teve que ser adotado foi há quase 30 anos.
Com uma vazão quase 18 vezes acima do normal, o resultado foi o aumento do nível do rio Atibaia e, consequentemente, os transtornos para a população.
Quatro veículos ficaram submersos, mas não há registro de vítimas, mas a contabilização dos estragos ainda não foi finalizada. A defesa civil da cidade ajudou na remoção dos atingidos para a casa de parentes e faz uma campanha de prevenção para que os moradores não sejam pegos de surpresa.
Em Atibaia, mais de 300 famílias foram atingidas nos bairros Parque das Nações, Jardim Kanimar, Guaxinduva, Caetetuba, bairro da Ponte e Terceiro Centenário. A defesa civil colocou à disposição barcos, roupas, alimentos e abrigos.
A empresa Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) esclarece que nenhuma ação que vem sendo executada em Atibaia provoca as enchentes. "(A Sabesp) vem realizando nos últimos dias o descarregamento das águas das represas Atibainha e Cachoeira, o que colabora com a contenção das águas no rio Atibaia. Isto ocorre porque as represas retêm parte da vazão do rio e liberam a água aos poucos", informa a companhia.
Segundo a Sabesp, todas as operações são informadas à Defesa Civil, que repassa as informações aos municípios.

A internauta Anacleide Santos, de São Paulo (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Cheia no Sistema Cantareira

Quem diria que veríamos uma situação como esta! Até a bem pouco tempo atrás, só era possível pensar que o Sistema Cantareira estava fadado à extinção, por causa da grande demanda de água e das pressões antrópicas que sofre.

Diante de todas as reuniões e discussões que tem acontecido, nunca (que eu saiba) cogitou-se que precisaríamos de planos de emergência em caso de abertura de comportas... Se isso aconteceu, foi apenas alguma preocupação tímida... só se fazia brigar por quem tinha o direito de ficar com a água. 

No entanto, vejam como é a natureza... o imprevisível sempre pode acontecer. Agora, é correr... 

Do jeito que  nosso verão está, com certeza vai chover mais... Prefeituras, sociedade civil, cidadãos de nossa região... vamos nos preparar para arregaçar as mangas... 

 

Cidades não têm plano de emergência em caso de transbordamento de represas

Apenas 4 municípios do Sistema Cantareira estão preparados.
Cidades correm para traçar estratégias em caso de abertura de comportas.
Bruno Azevedo e Paulo Toledo Piza Do G1, em São Paulo (http://g1.globo.com)


Represa de Jaguari está com quase 99% de seu reservatório cheio. (Foto: Divulgação / Sabesp)

Cinco dos nove municípios que podem vir a sofrer com enchentes caso as comportas das represas do Sistema Cantareira sejam abertas não têm planos de emergência para retirar as famílias que moram em áreas de várzea. Consultadas pelo G1, as prefeituras informaram que receberam com surpresa o alerta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da Defesa Civil Estadual de que o nível das cinco represas do Sistema Cantareira (Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro) está próximos dos seus limites de capacidade e que, caso as chuvas continuem nos próximos dias, elas deixarão de segurar água.

A Prefeitura de Vargem, a 96 quilômetros da capital, afirma que foi pega de surpresa com o alerta feito pela Sabesp durante a reunião de sexta-feira (8), que contou com a participação do governador José Serra (PSDB).

“Não estávamos preparados para o risco de abertura das comportas. Não temos qualquer plano de emergência elaborado. Não temos sequer uma Defesa Civil estruturada”, diz o chefe de gabinete de Vargem, Bem-Hur Alex Rossi.

Rossi explicou que a cidade precisará contar com a ajuda da Casa Civil e da Defesa Civil do estado de São Paulo para elaborar um plano de emergência para retirada das famílias das áreas de várzea. Segundo ele, às margens do Rio Jacareí na cidade, no bairro Rio Acima, há cerca de 2 mil moradores que poderiam ser atingidos pelas enchentes. A cidade de 7 mil habitantes abriga duas das cinco represas do Sistema Cantareira (Jacareí e Jaguari).

Em Caieiras, na Grande São Paulo, a prefeitura convocou uma reunião com o secretariado na segunda-feira (11) para montar uma comissão para atuar no caso de emergência. A ideia inicial é que um posto da Guarda Municipal seja usado como centro operacional dessa comissão. A Defesa Civil da cidade deverá começar a receber reforços de equipamentos e materiais nos próximos dias. A cidade também não conta com abrigos. Escolas e ginásios que poderão ser usados serão identificados.

Ainda de acordo com a administração municipal, um sistema de alerta precisará ser montado para avisar rapidamente a população de cinco bairros de Caieiras que correm risco no caso de elevação do nível do Rio Juqueri - Serpa, Jardim São Francisco, Centro, Praça da Emancipação e Companhia Melhoramentos. A assessoria de imprensa da prefeitura não soube precisar quantas famílias correm risco com as enchentes.

Em Joanópolis, a 112 quilômetros de São Paulo, o alerta feito pela Sabesp também foi recebido com surpresa. Segundo o chefe de gabinete do município, Waldecir Antônio de Moraes, a cidade não tem um plano para retirar famílias de três bairros que poderiam sofrer inundações (Beira Rio, Vila Sanches e Bairro dos Nogueiras). Moraes não soube informar quantos dos 11 mil habitantes de Joanópolis seriam afetados no caso de elevação do nível do Ribeirão dos Pintos e do Rio Jacareí.

As prefeituras de Mairiporã e de Nazaré Paulista informaram que, mesmo em caso de transbordamento das represas, as cidades não seriam afetadas, e que não há riscos de inundação.

Quatro cidades se dizem preparadas
A Prefeitura de Bragança Paulista, a 85 quilômetros de São Paulo, afirma que a Defesa Civil do município já está atuando para eventuais enchentes. Escolas e ginásios estariam preparados para receber desabrigados e os pontos críticos estão sendo monitorados. Moradores dessas regiões já teriam recebido orientação do que fazer em caso de enchente.

A administração de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, também se diz preparada para uma eventualidade. As fortes chuvas que caíram na cidade em dezembro serviram de teste para a estrutura montada para socorrer as vítimas das enchentes.


Moradores usaram canoa para se transportar até dentro de casa em Atibaia (Foto: Nilton Cardin/AE)

Em Atibaia, a 64 quilômetros da capital, que tem ruas alagadas desde o dia 30 de dezembro, a prefeitura já contratou contêiners e divisórias para abrigar famílias desalojadas. A região que mais preocupa a prefeitura é a Vila São José, onde há 116 famílias morando em palafitas. Quinze famílias já aceitaram ser removidas e estão em abrigos da prefeitura.

A prefeitura monitora os três bairros que foram atingidos pelas enchentes (Caetetuba, Kanimar e Parque das Nações) e já conta com abrigos em escolas e ginásios de Atibaia. Novos alojamentos estão sendo preparados e a expectativa é que a liberação de R$ 700 mil pelo governo estadual auxilie nos preparativos para novas enchentes e no atendimento das famílias.

Piracaia, a 88 quilômetros de São Paulo, também já conta com um plano. Desde dezembro, as escolas do município estão preparadas para receber desabrigados pelas chuvas. "Tudo está sendo monitorado por nós e pela Defesa Civil do estado. Nossa principal preocupação é o bairro Jardim Santo Afonso. Ali, de 250 a 300 famílias poderiam ter de sair de suas casas em caso de cheia do Rio Cachoeira", informou ao G1 a prefeita de Piracaia, Fabiane Santigo (PV).

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Biólogos...

Esse discurso é muito especial pra mim. Foi escrito pela minha grande amiga Thais e com uns pitacos meus... Foi  o discurso da minha formatura, em 2004... Quem diria... agora temos 5 anos de profissão! Mas a essência ideológica continua a mesma... amadurecida, talvez.





Somos biólogos...


Porque, ao criar os céus, a terra e as águas, Deus disse: "Produza a Terra a relva, ervas que dêem sementes e árvores frutíferas que dêem frutos segundo a sua espécie", disse também Deus, "povoem-se as águas de enxames de seres viventes, e voem as aves sobre a Terra, sob o firmamento dos céus e produza a Terra seres viventes, conforme sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, e assim se fez, e criou-se a vida"...


Somos biólogos...


... Graças a Ele, que quando criou a natureza, a formou como uma imensa aranha fiandeira, que nos produziu como parte de sua "Teia da Vida", para que pudéssemos entender o fundamental equilíbrio existente nos ecossistemas, fruto da seleção natural ocorrida durante os 3,5 bilhões de anos da lenta e complexa evolução das espécies...


Somos biólogos...


Talvez porque tenhamos herdado de nossos ancestrais a sede do saber, para desvendar mistérios, ou quem sabe, durante o nosso ciclo de vida, sofremos uma mutação no gene produtor da proteína da curiosidade, e, é claro, estes fatores genéticos combinados com as influências do ambiente, tenham nos tornado adoradores da vida...


Somos biólogos...


Porque a CRBIO, em 1979, instituiu nossa profissão, mas para o biólogo isso não é o mais importante, porque seguir essa profissão é amar incondicionalmente o objeto de estudo, dedicando-se simplesmente pelo prazer da descoberta. Quem não quer conhecer, na essência, o seu amor? Que melhor pagamento há, que desvendar os mistérios que unem um rústico lagarto à uma delicada libélula?


Somos biólogos...


Porque vivemos em um planeta onde a biodiversidade é extinta a cada momento, animais e plantas são cruelmente e desnecessariamente mortos todos os dias. O líquido essencial da vida é bombardeado com todos os dejetos dispensáveis à vida humana. Nosso exército verde, capaz de capturar energia do sol e fornecer o nosso sustento, é simplesmente derrubado, sendo que os milhares de km2 de florestas vem ao chão todos os anos e a atmosfera, doadora do insubstituível oxigênio, é modificada a cada dia com nossos gases poluentes.


Somos biólogos...


Mas pertencemos ao mesmo Reino que todas as espécies de animais que existem, ao mesmo Filo dos anfíbios, a mesma classe dos roedores, na mesma ordem do Mico Leão Dourado e à mesma família dos gorilas... Mas nós todos, não só biólogos, mas humanos, somos os únicos do gênero Homo, que abriga sua única espécie: Homo sapiens, o que é, sem dúvida, um indicio de quão estratégicos são os caminhos da seleção natural...


Somos biólogos...


Mas cada um de nós seguirá um diferente caminho... todos temos um mesmo objetivo, mas chegaremos ao resultado final através de diferentes metodologias... seremos pesquisadores, gestores, educadores, consultores, talvez até empresários, mas nunca deixaremos de ser BIÓLOGOS, aqueles que amam a vida como Albert Schwweitze, ganhador do prêmio Nobel em 1932, que disse:


"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja ele animal ou vegetal, ninguém precisará ensina-lo a amar o seu semelhante".


Devemos estar no caminho certo!!!